Tem gente que gosta de pensar que não. E sei como é isso: quando mais se quer uma resposta do além, ela não cai do céu. Mas sempre que possível, a vida me dá o gosto de como poderia ser se eu optasse por determinado desfecho. Acho que acontece com todo mundo, quando menos se presta atenção na utilidade daquilo - assim mesmo, meio fora de contexto.
Ninguém me dá pista alguma sobre qual alternativa devo escolher numa encruzilhada, mas penso que (por isso mesmo) essas bifurcações, que não permitem qualquer retomada do antigo caminho, somos nós mesmos que criamos. Porque a vida inteira nos dá o gostinho do que vem em seguida, ainda mais se somos capazes de nos sensibilizarmos com um bom livro ou filme. Esses gostinhos que ficam, sim, são os que não tem volta.
Bom, é isso aí... muito embora do que virá esse ano eu não faça a mínima idéia...
Feliz 2011, galerë, um ano de descobertas e oportunidades longe do lugar-comum!
Muita literatura, cinema e arte pra todos nós!
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