O véu da noite me atormenta em dores
A luz da aurora me enternece os seios,
E ao vento fresco do cair das tardes,
Eu me estremeço de cruéis receios.
É que esse vento que na várzea – ao longe,
Do colmo o fumo caprichoso ondeia,
Soprando um dia tornaria incêndio
A chama viva que teu riso ateia!
[...]"
Casimiro de Abreu
Caraca! Eu AMO esse poema. Muito,muito,muito!
ResponderExcluir"E tu seria no lascivo abraço,anjo enlodado nos pauis da terra." Ah,me sinto viva!