Eu tento ao máximo escrever apenas sobre temas que não foram ainda abordados (ou pelo menos não da forma que pretendo). E se alguma revelação passar despercebida devido a essa ignorância, nunca vou saber. O que quero são coisas novas, impensadas. Com a pressão da ponta do grafite, o suor escorre de minha pauta.
Mas se em algum lugar alguém achar notórias minhas abordagens, pode sim achar que pouco sei do mundo ao ressaltar tanta autencidade em meus posts. E não lhe tiro esse direito, desde que o manifeste. E me intrigue. A gente se sente atraído pela literatura inovadora, pelo mundo do escritor que pensa diferente de nós, mas logo descartamos o que já é conhecido, por preguiça de ler a mesma coisa várias vezes.
Então a gente só tem uma chance de cativar as pessoas ao nosso redor, mostrando coisas inexploradas até então. Porque ninguém quer rever conteúdos, ressaltar nem ponderar sobre o conhecido - mesmo que a essência já esteja meio mofada.
Logo, concluo que existe um motivo, no mínimo óbvio, para não serem comuns casais com grandes diferenças de idade. E mesmo que se sintam cativados pelo outro (e aqui não quero dizer cativos!), manter esse laço possui chances ainda mais remotas.
Ou eu teria que estar muito a frente do meu tempo (sem ser "moderninha" demais...) ou ele muito atrás das expectativas para sua idade. Qual seria o menos pior?
Nenhum comentário:
Postar um comentário